sábado, 31 de outubro de 2009

Selvageria e Retrocesso: Estudante é agredida em SP por usar minissaia!!!

Às vezes nos deparamos com algumas situações tão absurdas que temos de parar e ter certeza de que estamos vendo mesmo aquilo. No dia 22, uma aluna da Universidade Bandeirante (Uniban), do campus de São Bernardo do Campo (SP), região do ABC, foi à aula com um vestido curto. Nada demais. Mas, em pleno século 21, isso bastou para que centenas de alunos a perseguissem pelos corredores feito selvagens.

Aos gritos de “Puta! Puta!”, a aluna era perseguida. Alguns gritavam, outros escalavam as paredes para espiar a estudante pela janela da sala onde ela teve de se trancar. Celulares nas mãos, muitos fotografavam e filmavam a cena. O material, evidentemente, foi parar na rede. Os vídeos publicados no YouTube atingiram dezenas de milhares de acessos.

Da sala de aula, a jovem só saiu escoltada pela Polícia Militar, que foi chamada para conter o tumulto. Para conseguir ir embora, teve de vestir um jaleco. Barbárie é pouco.

Segundo a reportagem do site G1, a PM teria informado que a jovem “foi à faculdade ‘em trajes inapropriados’”. Já a universidade disse que vai abrir sindicância para apurar o ocorrido.

Em nota, a instituição diz que “Alunos, professores, seguranças e também a aluna estão sendo ouvidos individualmente pela universidade, que pretende aplicar medidas disciplinares aos causadores do tumulto, conforme o seu regimento interno, respeitando-se o contraditório e a ampla defesa”. Será que o “traje inapropriado” será considerado um atenuante nesse caso?

Sim, é violência!
Como bichos, os alunos foram saindo das salas de aula e cercando a estudante. As ofensas morais, os gritos de “puta” e “vagabunda” foram descendo de nível – se é que isso é imaginável – até chegar a ameaças de estupro. Estudantes que presenciaram a cena dizem que os bárbaros também gritavam que iam “comer” a jovem.

A universidade diz, na mesma nota, que isso não ocorreu, porque “ não houve qualquer contato físico nem perseguição à aluna. O que houve foram manifestações verbais de caráter ofensivo”. O que aconteceu foi o que, então, se não perseguição? E olhar para uma garota e dizer “eu vou te comer” não é ameaça de estupro?

É deprimente, ao assistir aos vídeos, ver que não eram só homens que perseguiam a aluna. Muitas estudantes mulheres compunham a horda de bárbaros. Essas mesmas mulheres já devem ter ouvido coisas semelhantes em algum momento da vida. São vítimas da própria opressão que reproduziram neste episódio.

O que é apropriado?
As mesmas pessoas que condenaram o estilo de vestir da estudante, que o classificaram como “inapropriado” ou roupa de “puta” não se levantam contra a mercantilização da mulher. A transformação da mulher em mercadoria se dá todos os dias na mídia, em mulheres seminuas, mulheres-frutas e outras aberrações criadas pela sociedade para ter mais um produto à venda.

O comportamento destes estudantes não é apenas antiquado. Isso seria o menos pior. É, principalmente, expressão do mais vil preconceito. É a decadência da sociedade capitalista exposta em sua forma mais grotesca.

O apropriado num caso como este seria a punição exemplar aos selvagens que criaram o tumulto, que ofenderam e violentaram – mesmo que verbalmente – a jovem. Mas parece que a punida será ela. É possível que a estudante nunca mais use seu vestido curto, que as revistas e a televisão tanto disseram que estava na moda. É possível que não vá mais às aulas por constrangimento (até ontem, ela não havia voltado à Uniban). É possível que carregue esta história como um trauma.

Também somos vítimas todas as mulheres, inclusive as que legitimaram a violência no episódio da Uniban. Nem mesmo a punição específica neste caso é capaz de apagar a hipocrisia da sociedade.

O fato é que enquanto não se coibir a propagação impune da ideologia do preconceito e enquanto mulheres continuarem sendo vendidas e expostas como pedaços de carne num açougue, os homens vão se sentir no direito de possuí-las, de comprá-las. Afinal, o capitalismo precisa disso para sobreviver. E precisa também da divisão entre homens e mulheres, para que eles não se unam e não se voltem contra o próprio sistema. Se isso acontecesse, aí sim poderíamos vislumbrar um outro tipo de sociedade com homens e mulheres não animalizados como os que vimos na Uniban.

(Texto escrito por Luciana Cardoso do Opinião Socialista)

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O DCE-UFRA repudia a atitude dos estudantes que hostilizaram a moça, somos contra toda e qualquer tipo de opressão!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Informes!!!


Reuniões do DCE-UFRA toda 5ª feira as 12:30 nos altos do R.U. Compareça!!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Criação da ANEL como novo instrumento de lutas dos Estudantes!

• Cerca de duas mil pessoas estiveram reunidas no campus da UFRJ no Fundão, no Rio de Janeiro. Elas participam desde o dia 11 de junho do Congresso Nacional de Estudantes, um congresso estudantil com representantes de todo o país.Neste domingo ocorreu a plenária final do evento, onde foram debatidas as principais polêmicas e votadas as resoluções. A principal proposta, que acaba de ser aprovada por ampla maioria, é a fundação de uma nova entidade alternativa à UNE (União Nacional dos Estudantes). Também foi discutido um calendário nacional de lutas da juventude.
Entre os dois mil participantes, foram inscritos 1.350 delegados eleitos em universidades e escolas secundaristas de todas as regiões, além de 419 observadores e 199 pessoas como apoio, convidados e palestrantes.Durante três dias os estudantess debateram os rumos do atual movimento estudantil.
O Congresso teve a participação, entre outros convidados, do intelectual Plínio de Arruda Sampaio e de Paulo de Tarso Venceslau, um dos organizadores do congresso da UNE de 1968, que terminou com a prisão de 800 estudantes pela ditadura.
Os estudantes aprovaram a fundação da nova entidade, que se chamará Assembléia Nacional dos Estudantes Livre (ANEL) por discordarem dos rumos tomados pela UNE, entidade atrelada ao governo.
Para maiores informações:http://www.congressodeestudantes.org.br/

domingo, 3 de maio de 2009

Congresso Nacional de Estudantes


Nas ruas, na Ufra, quem disse que sumiu?



O movimento estudantil brasileiro, por diversas vezes, provou ser protagonista de muitas mobilizações sociais que mudaram a história do nosso país. Seja se enfrentando contra projetos e políticas que iam de encontro aos interesses da população brasileira, seja gritando nas ruas o seu projeto de sociedade.

Episódios como o enfrentamento contra o Acordo MEC-USAID, reforma educacional proposta pelo governo norte-americano durante o período ditatorial no Brasil; ou a Campanha do Petróleo é Nosso, lutando pela soberania nacional em conjunto com os trabalhadores; ou, ainda, episódios mais recentes, como o Fora Collor, ainda estão marcados na memória do povo brasileiro.
Desde então, fazia muito tempo que o movimento estudantil e sua luta não eram capa dos principais jornais e noticiários de TV. Mas essa realidade mudou. Após 51 dias de luta incessante contra o projeto de José Serra, governador do Estado de São Paulo, os estudantes da USP voltaram a estampar todos os jornais e revistas. Com uma ocupação de reitoria, os estudantes da USP não só derrotaram os decretos do governador, como também espalharam por todo o país um método de luta que iria pôr em cheque o REUNI, projeto carro-chefe do governo Lula para a educação, fazer ressurgir com força o movimento estudantil em diversas universidades privadas e colocar pra fora reitores corruptos.

Em 2008, uma crise econômica mundial que surgiu nos EUA, centro do capitalismo mundial, começa a mostrar seus efeitos devastadores no Brasil. Nesse momento, milhares e milhares de trabalhadores perderam, de uma hora para outra, seus empregos. Outros milhares estão sujeitos a perder seus direitos historicamente conquistados e a reduzir seus salários.

O governo Lula, anunciou que o turbilhão da crise econômica ia chegar aqui apenas como uma marolinha. Não é o que parece. Infelizmente, até esse momento, o governo Lula priorizou medidas que vão em socorro daqueles que são os verdadeiros culpados por essa crise. Por isso, já destinou cerca de R$ 160 bi para os banqueiros e, até agora, nenhuma medida para os trabalhadores nesse mar de insegurança. Para salvar banqueiros e grandes empresários, o governo vai tentar jogar a crise sobre as costas dos trabalhadores e da juventude. É preciso organizar a resistência para enfrentar novos e mais duros ataques nesse momento. Com esse objetivo, estudantes de todo o país já começam a se organizar para construir um grande Congresso Nacional dos Estudantes, que possa atrair estudantes de todo o país e unificar as lutas do movimento estudantil. É hora de voltar a fazer história, a exemplo de tantos outros estudantes lutadores que não baixaram a cabeça frente aos ataques dos governos e dos empresários e banqueiros capitalistas.

Venha conosco construir essa alternativa!

Os dois bagés Ok! Agora é RU!

Olá Estudantes!
O DCE-UFRA, nos bastidores da reuniao de conselho do dia 22 de abril, conversou com o Reitor Prof. SUEO sobre a questão do aumento no numero de estudantes e, consequentemente, a super-lotação do bagé que já andava lotado. Com isso muitos estudantes acabavam chegando atrasado em suas aulas por nao caber mais ninguém no bagé. Pois bem, no mesmo instante o prof. conversou com o chefe de garagem que ajustou os horários de viagens para manter dois bagés rodando nos horários de pico dentro da Ufra. Agora surge outro problema... os onibus para práticas no interior...e por isso exigimos 2 BAGÉS NOVOS! 1 BAGÉ PARA VIAGENS INTER-ESTADUAIS!

Agora é o RU!
E mais uma consequencia do REUNI, o restaurante que atendia 400 refeições por dia agora não suporta mais. A demanda da comunidade pelo restaurante é muito superior a essas 400 refeições diárias. O RU garante que os estudantes possam se manter dentro da universidade pelo periodo da tarde afim de estudar na biblioteca, ir ao estágio...enfim, as diversas atividades acadêmicas de nossa categoria. E agora com essa expansão sem qualidade sofremos mais um das dezenas de efeitos negativos, algo em torno de 100 estudantes ficam sem almoçar todos os dias. Por isso, marcou-se uma reunião com Reitor para que sejam tomadas providências diante do referido problema. Portanto comunidade, na segunda dia 4 de Maio haverá reuniao às 2 da tarde. Vamos lá para exigir nossos direitos!

terça-feira, 28 de abril de 2009

A discussão na Ufra sobre Vestibular Unificado Nacional - Novo ENEM

A Universidade Federal Rural da Amazônia discutiu, nesta quinta-feira dia 23 de Abril de 2009, sua participação ou não no novo ENEM. A pauta inicia com o repasse do Reitor em Exercicio Prof. SUEO NUMAZAWA, sobre a reunião da ANDIFES que tratou de tal tema. Na discussão dentro do Conselho Superior Universitário, que é composto paritariamente por discentes, técnicos administrativos e professores, definiu por adiar o ingresso da instituição no novo modelo de seleção dos estudantes ao ingresso na Universidade de forma unânime.

A categoria estudantil argumentou que esse novo critério de seleção acaba prejudicando basicamente as universidades de regiões menos favorecidas, como o Norte do Brasil, pois os eixos temáticos das disciplinas das três séries do Ensino Médio são diferentes em relação ao Sul-Sudeste do país. E como a prova provavelmente será elaborada por professores deste mesmo eixo, as matérias mais abordadas na prova serão diferentes, em relação a abordagem feita no Norte do país.

Em relação a regionalidade, os estudantes colocam que em uma prova unificada nacionalmente teremos uma perda de foco na prova quando a questão é a nossa região, a Amazônia. Dentro dos processos seletivos regionais, este é um eixo para elaboração de questões, fazendo com que o candidato demonstre seu nível de conhecimento sobre a dinâmica da sociedade local onde, provavelmente, estará inserido no mercado de trabalho. Então é importante para o candidato e para a instituição a presença de uma visão universal do contexto onde ambos encontram-se inseridos.

Com a proposta de cinco opções de cursos nas universidades participantes do novo ENEM, candidatos das regiões mais favorecidas terão um salto na questão de melhor preparação para a prova devido à infra-estrutura que se dispõe em tais regiões, e os nossos estudantes que sofrem os processos de mazelas sociais vivenciados na região, estarão um-passo-atrás no momento da concorrência. Precisamos valorizar os estudantes locais, priorizando seu ingresso na instituição custeada com recursos vindos para sua região, que por sinal são muito poucos (e não muito diferente da realidade nacional).

Outro ponto que foi argumentado é em relação as cotas, pois em nossa universidade adotamos o critério de proporcionalidade. Este critério divide as vagas em termos percentuais para o numero de inscritos no vestibular que são oriundos de escola publica e de escola particular, por entendermos como mais avançado. E no modelo proposto de ENEM encontram-se muitas dúvidas sobre a manutenção desses critérios particulares de cada instituição de ensino superior.

Dentro das discussões fora colocada pelos estudantes a seguinte reflexão e posterior proposição: “Quem Somos Nós para Definir de que forma um candidato do Ensino Médio entrará na Universidade. A nossa realidade não é esta. Aqui temos professores, servidores e estudantes que já passaram pelo vestibular. Nenhum de nós irá mais atravessar tal processo. Por isso é importante se abrir a discussão para que a comunidade Ufraniana avalie o nosso ingresso ou não e, para além de nossa comunidade Universitária, que os próprios estudantes do Ensino Médio, os principais afetados pela proposta, avaliem e dêem sua parcela de contribuição ao nosso debate interno.”

Esse debate foi travado e defendido pelos representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Ufra – SINTUFRA, por alguns professores e pelos estudantes conselheiros organizados no DCE-Ufra.

O Contra-Argumento

Por parte do professor Paulo Carvalho, ele argumentou a possibilidade da Universidade receber recursos do MEC para a assistência estudantil na Instituição, que é muito débil nessa questão, citando a hipótese do estudante vindo de fora do estado receber uma ajuda de custo de R$ 300. Outro ponto levantado pelo Professor concerne no que diz respeito ao aspecto cultural. Teremos a possibilidade de ter o contato com pessoas de diferentes lugares do país e conseqüente enriquecimento cultural a partir dessas diferentes dinâmicas e costumes.

Percebe-se na discussão que temos vários custos e benefícios, e essa relação tem que ser favorável a nossa universidade. Devemos priorizar neste momento o debate com toda a comunidade, tanto interna quanto externa, para que estes decidam sobre tal atitude que pode, provavelmente, mudar o perfil do estudante ingresso na instituição, e cada vez mais excluir aqueles que merecem estar dentro da Universidade Federal Rural da Amazônia.

Jorge Alan Quaresma

Coordenador de Imprensa e Divulgação DCE UFRA

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Semana do Calouro 2009

Iniciou nesta segunda, dia 13 de Abril, a Semana do Calouro UFRA 2009. Este evento é praticamente todo organizado pelo DCE-UFRA junto com outros estudantes que tem a disposição em estar contribuindo na recepção dos calouros. O evento contou com várias atividades, dentre as quais palestras e passeios pelo campus, sendo que na quinta, sexta e sábado os calouros tiveram a oportunidade de sentir um pouco da realidade agrária de nossa região com visitas a assentamentos rurais dos municípios do Acará e Castanhal. Outras atividades concomitantes às viagens ocorreram em Belém, como oficinas e passeio na Trilha Ecológica para contemplar as pessoas que não puderam viajar devido a falta de ônibus na UFRA.






Nesta quinta e sexta ocorreram as oficinas da Semana do Calouro. Na quinta as oficinas de Criminalização dos Mov. Sociais e Midia Livre foram canceladas devido a problemas pessoais dos oficineiros. A oficina de Compostagem ocorreu na área do IARA, sendo ministrada pela Erika Kzan (Membro do IARA e DCE-UFRA), trazendo essa alternativa de utilização das sobras e "lixo" organico existente transformando-o em um recurso viável. Na oficina tinham presentes cerca de 35 pessoas dos diversos cursos da Ufra.





sexta-feira, 10 de abril de 2009

Momentos preliminares da Semana do Calouro!

Nesta quinta-feira, dia 09 de Abril, membros do DCE e colaboradores se reuniram para executar as últimas tarefas antes da tão esperada Semana do Calouro. Além deste grupo que aparece nas fotos dentro da sala do DCE, outra comissão estava no interior fazendo uma visita(fotos abaixo), avaliando os melhores assentamentos rurais para levar os calouros na Viagem de Integração. Na comissão que permaneceu em Belém tinham 12 estudantes presentes, e na comissão de viagem 13, além do estudante de mestrado do NEAF UFPA, Acácio, e o técnico administrativo da UFRA Robertinho.






sexta-feira, 3 de abril de 2009

Organização da Semana do Calouro 2009

Entre os dias 31 de Março à 2 de Abril, os estudantes da Comissão Organizadora da Semana do Calouro 2009 se reuniram para a montagem da Programação do evento. Este espaço de organização aconteceu na Estação de Pscicultura de Castanhal - Ufra. A programação foi montada a partir da tiragem de eixos temáticos prioritários que nortearam os espaços da grade. A Semana irá acontecer entre os dias 13 a 18 de Abril. A expectativa de público presente para o 1º dia da Semana gira em torno de 500 estudantes.




segunda-feira, 2 de março de 2009

Depois que os estudantes em protesto não deixaram ocorrer o debate pra reitor sem suas reivindicações de lutas um debate aberto e a volta da paridade ouve uma mobilização pelas 3 entidades que representam as 3 classes da universidade (DCE, SINTUFRA ,ADUFRA) que chamaram um novo CONSUN e se comprometeram a fazer um verdadeiro debate pra reitoria.Hoje(02/03/2009) ocorreu este CONSUN aonde foi debatida a volta da paridade.A formula que foi escolhida no outro CONSUN foi derrubada, umas das reivindicações dos estudantes apoiados pelos servidores, e foi posta em ação a formula que utilizada nas ultimas eleições.

A formula é:


V=(va/vat).0,33+(vs/vst).0,33+(vp/vpt).0,33

va=voto de alunos

vat=universo de alunos votantes(ou seja o numero de alunos que votaram)

vs=voto de servidor

vst=universo de servidores votantes

vp=voto de professores

vpt=universo de professores votantes

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Reuniões do DCE

Reuniões do DCE todas as quintas as 12:30 nas salas em cima do R.U. entrada perto do CEAGRO

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mais imagens


Apresentamos a Coordenação do Diretório Central dos Estudantes da UFRA.

GALERIA DE FOTOS...


Aqui apresentamos algumas das primeiras imagens após dias de campanhas...imagens dos resultados